Alguns órgãos de Comunicação Social “alertam” para o facto de um quarto dos deputados eleitos já não se sentar nas bancadas parlamentares, como se isso fosse alguma coisa contranatura.
Convém recordar que cada partido concorre com um número de candidatos efectivos igual ao número total de assentos no hemiciclo e que a estes ainda a Lei obriga a apresentar um elevado número de suplentes.
Ora, se a lista inclui – obrigatoriamente – suplentes é porque está prevista a substituição de alguns.
Donde vem a estranheza pelas substituições?